Fez ontem uma excelente entrevista a esse grande senhor da canção francesa chamado Charles Aznavour. Na língua de Racine esteve bem melhor do que Mário Soares, embora tivese sido escusado borrar a pintura com aquela de perguntar ao entrevistado o que pensava das relações entre Sarkozy e Carla Bruni. A pergunta, a fugir para o chinelo, para além de infeliz, revelava desconhecimento pela personalidade de Aznavour, pela maneira de ser dos franceses e confundia a liberal França com a intrigalhada ao estilo inglês e o doentio conservadorismo dos EUA. Foi pena. Para a próxima será melhor. Ninguém é perfeito.
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