O problema, como todos já perceberam, não é de má comunicação ou de falta de coordenação. É difícil dizer que se comunica mal quando não se tem nada para dizer. Ou falar de falta de coordenação quando reina a auto-gestão. Como bem escreve Vasco Pulido Valente, com a habitual classe e secura de superlativos, a conferência no palácio Foz foi "um proverbial incitamento à loucura e à asneira". Bem estiveram, por isso mesmo, António Vitorino e Correia de Campos ao recusarem o convite para abrilhantarem o baile. É que depois do que Philipe Riès escreveu no Orange Finances sobre o Presidente da República e a trupe que se promoveu à sua sombra, não há reputação que resista.
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