Já chegou há alguns dias mas confesso que só hoje tive tempo para andar por lá. E para já gostei. Espero que nos proporcione bons momentos e não nos pique em demasia. Chama-se O Ouriço e pela amostra promete. Um Bom Ano, uma longa vida, é o que vos desejo.
sexta-feira, janeiro 06, 2012
quinta-feira, janeiro 05, 2012
Diz-me com quem andas
Bem que gostaria de poder corresponder a tão amável e generoso convite, mas por cada dia que passa menos vontade tenho. Enquanto não houver uma limpeza que separe as águas, nada feito. Isto anda tudo ligado porque são sempre os mesmos e os critérios de selecção e recrutamento foram idênticos. Diz-se que tudo tem que ver com princípios e valores porque, em boa verdade, nada tem que ver com princípios e valores. E é pena, porque eu acredito em ambos. A políticos de treta correspondem hoje maçons da tanga. E isto aplica-se a todos indistintamente. O resultado só poderia ser aquele que se vê.
Se Mozart imaginasse que à sombra do seu nome, em vez de se albergar o génio e o talento, se iriam reunir uns tipos obscuros à procura de ascensão social, de poder, formal e informal, do vil metal e de honrarias várias, teria proposto a Salieri trocarem de nome.
Sinais (49)
"Hoje, há maçons envergonhados entre canalhas, trambiqueiros, lobistas e corruptos. Ministros e deputados, juízes e procuradores, polícias e altos funcionários dos serviços de informações convivem – no segredo de algumas lojas! – com o crime a seu lado." - Manuel Catarino, Correio da Manhã, 05/01/2012
terça-feira, janeiro 03, 2012
Acabadinho de sair
Com a publicação deste "ensaio" ficam respondidas as minhas dúvidas abaixo colocadas. Espero conseguir comprar um exemplar antes da edição se esgotar.
Estas coisas não podem passar despercebidas
Tratando-se de números oficiais (vale a pena "clicar" na imagem para se ver melhor), é evidente que estas "barrinhas" tinham de ter aqui eco. Já basta os "irmãos" do ministro da propaganda mandarem emendar os relatórios dos senhores deputados para se proteger a "organização".
P.S. O valor atribuído a Durão Barroso/Santana Lopes, atendendo ao curto período em que estiveram em funções, permite imaginar o que teria sido se lá tivessem ficado até ao final da legislatura.
P.S. O valor atribuído a Durão Barroso/Santana Lopes, atendendo ao curto período em que estiveram em funções, permite imaginar o que teria sido se lá tivessem ficado até ao final da legislatura.
Mais uma contribuição para o empobrecimento nacional
É legítimo mudar a sede fiscal de uma empresa para uma jurisdição onde a carga fiscal é inferior por razões de mera conjuntura política, financeira e fiscal quando se tem responsabilidades empresariais e sociais? É legítimo fazê-lo quando no passado por diversas vezes se foi contundente nas críticas à ineficiência e incompetência do poder político? É legítimo fazê-lo quando se institui uma fundação que, entre outras coisas, se dedica à publicação de pequenos ensaios destinados a estimularem o conhecimento, a cidadadania, a participação e uma intervenção cívica responsável? E é legítimo concretizá-lo numa altura de profunda crise económica e de valores quando seria mais importante dar sinais de solidariedade, de esperança e de conforto a quem não goza dos mesmos meios e prerrogativas? E se essa deslocalização não tem por base razões fiscais, admitindo-se que outras há, será que estas são suficientes para justificarem a bondade de tal atitude?
Quando exemplos como o da deslocalização da sede fiscal são dados por uma entidade e um grupo empresarial com a responsabilidade social da Jerónimo Martins, pouco poderá ser exigido a quem convida e empurra os portugueses para os braços da emigração.
Gostava de ouvir o que António Barreto pensa sobre isto, ele que dirige a Fundação Manuel dos Santos, a mesma onde foi publicado "Justiça Fiscal", do meu saudoso mestre Saldanha Sanches. Afinal, tal como este ali escreveu, citando as conclusões de Miguel Poiares Maduro no caso "Halifax" (C-255/02), "o direito fiscal não deve tornar-se numa espécie de faroeste jurídico, em que praticamente todo o tipo de comportamento oportunista tem de ser tolerado desde que seja conforme com uma interpretação formalista estrita das disposições fiscais relevantes e que o legislador não tenha expressamente tomado medidas para impedir esse comportamento".
O grupo Jerónimo Martins acabou de dar uma valiosa contribuição a Passos Coelho e a Vítor Gaspar para o empobrecimento nacional. E um exemplo daquele tipo de atitudes que o responsável máximo desse grupo tanto criticava em José Sócrates. O sr. Soares dos Santos acabou de perder toda a autoridade ética e moral para se insurgir contra todos aqueles que de uma forma ou de outra e usando de expedientes vários deixam de contribuir para a satisfação das responsabilidades do Estado.
Cícero desdenharia comprar nas lojas do grupo Jerónimo Martins. Eu também. Não suporto hipócritas.
sábado, dezembro 31, 2011
Nem de propósito
Ao rever algumas imagens retrospectivas de 2011, dei comigo a ouvir o discurso do "Sr. Pritzker", Souto Moura, perante Obama, quando recebeu o prémio que o consagrou com um dos melhores entre os génios da arquitectura mundial. Curiosamente, ele que tinha todas as razões para discursar em inglês fê-lo em português.
Por cá, como ali abaixo sublinhei, o ministro das Finanças, que tinha todas as razões e mais algumas para discursar em português, até por razões institucionais, resolveu discursar em inglês numa cerimónia de uma empresa privada. Ante o olhar condescendente e subserviente dos ministros da Economia e dos Negócios Estrangeiros. E logo do MNE que tem a mania que é mais patriota que os outros.
Aos poucos se percebe a natureza do silicone de que se fez a coluna dos "Álvaros" que nos governam. O bom ainda é impermeável, mas o que ali usaram é demasiado poroso e permeável. Por dinheiro até o pino fazem. 2011 não deixa mesmo grandes recordações para Portugal.
Sinais (48)
"Não pode haver confiança quando alguém, com dolo ou por ignorância, se compromete com uma coisa na oposição e faz o contrário no poder. (...) não pode haver confiança quando, estando o Governo a eliminar dias de férias e a exigir mais meia hora de trabalho diário, ou tendo decidido, muito acertadamente, não conceder tolerâncias de ponto no Natal e Ano Novo, os deputados da nação ignoram alegremente tudo isso e partem para umas longas férias iguais às que sempre fizeram. Não pode haver confiança quando o Governo corta metade do subsídio de Natal e depois se verifica que em empresas públicas e serviços do estado com regimes especiais, essa regra não é aplicada. Não pode haver confiança quando se atacam em todas as frentes os mais fracos e sem poder reivindicativo, mas se cede aos aparelhos partidários instalados nas autarquias, autorizando-os a mais endividamento e contratações, depois de se ter anunciado que isso lhes estaria vedado. (...)" - Fernando Madrinha, Expresso, 30/12/2011
Leitura
Um livro para ler junto ao aconchego da lareira, para antecipar um final de ano distante, frio e imensamente triste. Como nenhum de que me lembre.
sexta-feira, dezembro 30, 2011
A ler
"Vale a pena pensar, com melancolia, no fim deste ano de 2011, que o Portugal da democracia não aprendeu nada".
Sinais (47)
"Hospital de Faro com novo conselho de administração
"Presidido pelo ex-bastonário da Ordem dos Médicos Pedro Nunes e tendo como vogais executivos Graça Pereira e Luís Miguel Costa Cunha Martins, ligados respectivamente ao PSD de Alcoutim e Portimão, tomou posse na quarta-feira.
Graça Pereira é licenciada em Economia (...). Integrou a última lista do PSD Algarve para a Asembleia da República. Por sua vez Luís Miguel Costa Cunha Martins, advogado, é membro da bancada do PSD da Assembleia Municipal de Portimão" - O Algarve, 30/12/2011
Confundir cortesia com servilismo
A assinatura do acordo que selou a entrada da Three Gorges no capital da EDP teve lugar esta manhã. Já aqui tinha anteriormente defendido a escolha do Governo português; por isso mesmo fiquei satisfeito por ver a operação chegar a bom porto antes do final de 2011.
Do que não gostei mesmo for de ver o inglês erigido em língua oficial do Estado português. Que em reuniões internacionais se fale em inglês ou noutra língua que faça a ponte com o outro lado, tudo bem. Que o presidente da EDP se dirija em inglês aos visitantes e seus futuros patrões que não falam português, também compreendo. O que já eu não entendo de todo é que um ministro das Finanças, que é institucionalmente o número dois do Governo da República, entenda também discursar em inglês numa cerimónia privada a que entendeu emprestar o brilho da sua presença e em que também estão outros ministros do mesmo Governo e secretários de Estado.
Ao contrário do que se disse, não se tratou de um acto de cortesia para com o presidente da empresa chinesa, mas de um acto de aviltante servilismo por parte do Estado português. Não me recordo de alguma vez, em Macau, ter ouvido ministros de Portugal ou os Governadores, em cerimónias oficiais ou privadas a que entendessem associar-se, a discursarem em inglês.
Habituados a vergarem a cerviz perante quaisquer empresários, banqueiros e o capital financeiro, os tecnocratas do Governo não distinguem o Estado de uma simples empresa, mesmo muito rica. E deram assim, tristemente, mais uma prova da sua inexperiência política, falta de sentido de Estado e, ainda mais, incontornável provincianismo.
Quem ficou mal na fotografia não foi Vítor Gaspar. Nem foi "o Álvaro". Foi o Estado português. Fomos nós.
O regresso da musa
A Gentlemens Quarterly Portugal, vulgo edição nacional da GQ, encerra 2011 e começa 2012 com o número 100. Para quem se tinha habituado a ler as edições de outros países, 2011 confirmou a qualidade da produção nacional. Este é um número para ler e guardar. Para além das rubricas habituais e dos textos que algumas mulheres escrevem para homens, a revista que foi considerada a "Melhor Revista Masculina do Ano", comemora o momento trazendo para as suas páginas aquela que já deve ser a portuguesa, depois de Mariza, mais conhecida do mundo. Luísa Beirão, um dos novos rostos da Triumph, enche as páginas com os seus olhos, que dão vida às geniais fotografias de Pedro Ferreira e aos nossos próprios olhos. Prova de que mesmo após a intervenção da troika a mulher portuguesa, sem necessidade de uma embalagem extra, continua a dispensar silicone francês, photoshop alemão, estilista italiano ou qualquer outra ajuda externa para se impor, bastando-lhe continuar a exalar sedução e beleza por todos os poros.
quinta-feira, dezembro 22, 2011
quarta-feira, dezembro 21, 2011
Subtilezas
Há uma pequenina diferença entre emigrar voluntariamente, solteiro e sem responsabildiades, para aquisição de uma experiência de vida, melhores competências, novos horizontes e alargamento dos que existem, com um bom contrato à saída de Lisboa e boas condições de recepção à chegada ao destino, e emigrar obrigado, por empurrão, saindo à procura de qualquer coisa apenas para tentar sobreviver, sem perspectiva de regresso no curto prazo ou médio prazo e de nesse dia, se um dia a perspectiva se tornar no regresso que acontece, já não se encontrar quem aqui se deixou. É isto, só isto, que alguns são incapazes de ver. E que fazem de conta que não percebem. Além de que uma coisa é emigrar aos vinte ou aos trinta anos e outra, bem diferente, emigrar aos cinquenta porque este País os descartou.
terça-feira, dezembro 20, 2011
Perfeitos imbecis
Eu e a minha mulher, entre os dois, temos mais de 21 anos de ausência de Portugal. Quando em 1999 decidi regressar, fi-lo em virtude de algumas razões pelas quais eu entendia dever regressar. Porque os nosso pais estavam mais velhos e doentes e tinham o direito ao nosso convívio nos seus anos mais tristes. Porque gostava de ter um filho que nascesse e crescesse em Portugal e que, ao contrário de mim, não tivesse andado em bolandas durante décadas entre África e Portugal e depois acabasse emigrado no Extremo Oriente. Nessa altura eu já tinha acabado o meu curso e tinha iniciado o meu estágio, que interrompi quando fui à procura de uma nova vida e de outras hipóteses de trabalho que já então aqui não abundavam. Com a mesma idade tinha o ministro Miguel Relvas o 12º ano e começava a sua carreira política como deputado do PSD. Tentei uma primeira vez sem grande sucesso o regresso. Com poucos ou nenhuns conhecimentos, depois de alguns anos fora, teria sido mais cómodo continuar lá por fora. Mas eu quis regressar. De pouco me valeu acreditar porque três anos depois estava de novo de saída. E lá por fora fiquei durante mais seis anos. Teimoso, insisti em novo regresso e, apesar das dificuldades, por cá continuo. E continuo porque entendo que há combates que devem ser travados na própria terra. E não no estrangeiro. O combate por um Portugal melhor tem de ser travado em Portugal e não num qualquer exílio mais ou menos dourado. E porque como qualquer outro cidadão tenho o direito de aqui viver. De aqui pagar os meus impostos. Por isso regressei e melhor ou pior, ultimamente pior, por cá me fui acomodando. Para tanto tive inclusivamente de deixar de viver na terra onde mais tempo passei, onde tenho a família e amigos e me fiz homem. Só que continuando por cá, no rectângulo, e sendo o país pequeno isso também não seria grave. Entretanto, tipos como o actual primeiro-ministro ou o seu ministro dos Assuntos Parlamentares convidam agora os portugueses a emigrar. Fazem-no em razão de um sistema de selecção, recrutamento e ascensão dentro da classe política, que permitiu que os melhores saíssem da política e nela ficassem cábulas como eles que singraram à custa da política e dos conhecimentos que nela adquiriram para chegarem onde chegaram. Porque foi esse sistema "demeritocrático", como escreveu recentemente um autor italiano, que lhes permitiu ascender até onde ascenderam. Foi devido à incompetência e falta de visão de políticos como eles, que permitiram o desbaratamento dos fundos comunitários, a destruição do tecido produtivo nacional, das pescas à agricultura, o enraizamento de fenómenos como a corrupção e o tráfico de influências, a delapidação do erário público com uma máquina administrativa improdutiva e ineficiente, para já não falar na evasão fiscal e nas mordomias e reformas de estalo outorgadas a políticos semi-analfabetos, entre outros males menores, que chegámos até aqui e que homens como eles se permitem hoje convidar os melhores e os mais capazes (não falo de mim) a emigrem, a procurarem no estrangeiro aquilo que mais de trinta anos de vida democrática foram incapazes de construir. Por mim, enquanto puder resistirei. Porque as razões que me fizeram antes voltar permanecem quase todas válidas e são as mesmas que me motivam a ficar. Porque há combates que mais do que nunca têm de ser travados em Portugal, sob pena deste país ficar entregue aos mercenários da política, a demagogos e a traficantes de influências. O meu avô Miguel Correia passou pelo Tarrafal e acabou deportado em Moçambique. Por esse motivo o meu pai nasceu em Cabo Verde e está registado no Barreiro, acabando a viver em Moçambique, onde eu nasci. O meu tio João morreu no Brasil porque daqui foi escorraçado no tempo da ditadura. O meu tio José morreu em Inglaterra. Outros ficaram pela África do Sul ou Moçambique. E foi daqui, como de Angola ou de Timor que também alguns de nós, muitos de nós, foram recambiados para Portugal. Em 1999 decidi voltar. Aqui me têm. Por cá ficarei resistindo. Por muito que isso me custe. Quanto mais não seja até que Passos Coelho e Miguel Relvas me digam como poderei explicar a um pai com oitenta e três anos, numa cadeira de rodas e semi-paralisado por um avc, a uma mãe doente com oitenta e cinco, e a um padrinho cego com noventa e cinco, a quem devo quase tudo o que aprendi e a quem acabaram de rapar mais uns pozinhos da reforma, que se eu amanhã saísse de Portugal provavelmente não me voltariam a ver e abraçar durante o pouco tempo de vida que lhes resta.
Era escusado um Comissário Europeu ter vindo dizer isto. Há propostas, como diria um amigo meu, que nem ao maior filho da puta se fazem. Mas eles foram capazes de pensar numa dessas propostas e dizê-la. E ainda se deram ao luxo de pesporrrentemente querer justificá-la perante as televisões. Como se todos pudessem emigrar para Moçambique tendo por sócio Nuno Morais Sarmento. Ou para Angola tendo por patrão a família "dos Santos". Um dia poderei perdoar-lhes. Esquecê-lo jamais.
Então e os outros?
Espero que a proposta das indemnizações por despedimento, que implica a redução destas para 8 a 12 dias, se é para ser levada a sério, não deixe de fora os gestores públicos nem todos aqueles que ocupando cargos políticos ou de nomeação política têm até agora usufruído de confortáveis subsídios de reintegração e de indemnizações por cessação antecipada das respectivas funções.
A ler
"Bom, esta carta que, estou praticamente certa, o senhor não irá ler já vai longa. Quero apenas dizer-lhe o seguinte, senhor primeiro-ministro: aos 42 anos já dei muito mais a este país do que o senhor. Já trabalhei mais, esforcei-me mais, lutei mais e não tenho qualquer dúvida de que sofri muito mais. Ganhei, claro, infinitamente menos. Para ser mais exacta o meu IRS do ano passado foi de 4 mil euros. Sim, leu bem, senhor primeiro-ministro. No ano passado ganhei 4 mil euros. Deve ser das minhas baixas qualificações. Da minha preguiça. Da minha incapacidade. Do meu excedentarismo. Portanto, é o seguinte, senhor primeiro-ministro: emigre você, senhor primeiro-ministro. E leve consigo os seus ministros. O da mota. O da fala lenta. O que veio do estrangeiro. E o resto da maralha. Leve-os, senhor primeiro-ministro, para longe. Olhe, leve-os para o Deserto do Sahara. Pode ser que os outros dois aprendam alguma coisa sobre acordos de pesca." - Carta aberta ao primeiro-ministro de Portugal, publicada aqui, Entre as brumas da memória
A ler
"Não percebo de que maneira tendo o governo assinado um compromisso não o vai cumprir. Não sei como vai resolver em futuras negociações com a troika esta inversão em relação à aquilo com que se comprometeu. Depois não creio que a extinção de freguesias por si só resolva muitos problemas. Podemos dizer que num território mais bem organizado a redução de freguesias faz sentido. Por exemplo, é óbvio que uma racionalização delas em Lisboa podia ter um ganho em termos de gestão do território. Agora cortar apenas no território das freguesias não permite ganhar economias de escala a um nível mais relevante. Não defendo uma diminuição enorme dos municípios existentes, acho é que os que existem actualmente impedem a adopção de políticas mais racionais e que permitam optimizar, por exemplo, a gestão financeira. A reforma que o governo propõe parece-me ainda incompleta por não prever, além da reorganização dos municípios, uma escala supramunicipal." - Marta Rebelo, em entrevista ao jornal i, 20/12/2011
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