
Está aí mesmo a chegar o 5º Festival de Jazz de Casablanca. Começará a 11 de Abril e durará uma semana. Quem puder ir até ao lado de lá do estreito, o melhor é começar por ver o programa e comprar os bilhetes antes que esgotem.
O blogue do microrganismo que promove a destruição de bactérias* * - Bactérias: De acordo com o Dicionário da Língua Portuguesa da Porto Editora - 8ª edição (não é grande espingarda mas era o que estava mais à mão), uma bactéria é um "microrganismo vegetal (tacófita) desprovido de clorofila e núcleo celular (esquizófita) que, na maioria dos casos, é saprófita ou parasita, evidenciando a sua actividade na produção de doenças".

Está aí mesmo a chegar o 5º Festival de Jazz de Casablanca. Começará a 11 de Abril e durará uma semana. Quem puder ir até ao lado de lá do estreito, o melhor é começar por ver o programa e comprar os bilhetes antes que esgotem.
Não sei se é por ser dia 1 de Abril, mas como penso que há algumas coisas com as quais não se deve brincar, nem no dia 1 de Abril nem nunca, escrevi este post no Delito de Opinião. Para que conste. Espero que passem uma boa Páscoa e que as amêndoas não vos amarguem. Eu voltarei um destes dias.
Chama-se Nicole Minetti, tem 25 anos, e é uma das vencedoras das eleições regionais italianas. Candidata nas listas do partido de Silvio Berlusconi, depois de lhe ter tratado da boca enquanto higienista oral, nem o facto de ser uma adepta do Inter de Milão a impediu de ser eleita.
Quando o Inter ganhou o ano passado o título fez questão de se deixar pintar com as cores da equipa de Mourinho. A Itália pode não ficar mais bem representada, mas ficará certamente mais colorida.
Se a capa de uma revista ou a primeira página de um jornal são uma pequena amostra do que virá lá dentro, a edição da GQ que tem na capa Soraia Chaves promete bastante. A GQ já é uma excelente revista. Mas se ao lado dos textos de Miguel Sousa Tavares, Miguel Esteves Cardoso e Maria Filomena Mónica tivermos a Soraia Chaves, o melhor mesmo é o ministro Teixeira dos Santos começar a oferecê-la nas repartições de finanças. Haviam de ver a corrida que era para pagar o IRS e regularizar os atrasos ao fisco.
Para mim será sempre o modelo da exigência, do rigor, da responsabilidade, da capacidade introspectiva, da coragem. Foi o único capaz de se superar, capaz de superar os limites do imaginável e voltar depois ao convívio de todos nós com a mesma humildade e a mesma simplicidade. Faria hoje 50 anos. Conheci-o ainda ele andava nos karts e eu sonhava ser também um campeão. Os anos passaram e habituei-me a vê-lo pelas pistas do mundo, na fórmula ford, depois na fórmula 3, em Inglaterra e em Macau, a seguir na fórmula 1, até atingir o firmamento. O Luís Vaconcelos e o Autosport, de onde saiu a imagem que ilustra este post, prestam-lhe uma bonita homenagem. Eu não poderia ficar indiferente. Nunca se esquece um campeão.
O João Carvalho já tinha feito o favor de sublinhar. Mas eu confesso que é algo que ultrapassa a minha capacidade de compreensão.
Francisco José Viegas, Eduardo Pitta, Gustavo Rubim e muitos mais, em termos que eu nunca serei capaz de dizer, já enalteceram a obra. Eu só agora a consegui ler. Podia ter sido o meu caderno se eu fosse mulher, se eu tivesse vivido em Lourenço Marques e se fosse filho do pai dela. Mas eu, que por mero acaso saí da Beira antes do 25 de Abril e fui apanhado pela revolução, encontrei sempre aí, nesse destino, o motivo para responder quando alguém, sabendo as minhas origens, pretendia catalogar-me de "retornado". Nessa altura eu andava no liceu Camões e ia ouvindo os relatos do que por lá se passava com outros do meu sangue. Apesar de tudo, a Beira foi sempre diferente. Mesmo com a eufemística DGS, o ambiente sempre foi mais aberto, mais tolerante, menos violento. A oposição democrática tinha aí outra força, outro saber. As pessoas tinham outra maneira de estar. E talvez até de dizer.